O DIA EM QUE ALGUÉM RESPONDEU A HUMANIDADE
Em 1974, cientistas enviaram ao espaço a Mensagem de Arecibo, um sinal de rádio criado para responder à pergunta mais perigosa de todas: “Existe alguém aí?”. No código estavam dados sobre o DNA humano, nossa aparência, a posição da Terra no sistema solar e os elementos químicos que formam a vida baseada em carbono.
Por décadas, o silêncio foi absoluto. Até que, em agosto de 2001, ao lado do Observatório de Rádio de Chilbolton, na Inglaterra, um enorme círculo apareceu durante a noite. Não era um desenho comum. Ao ser analisado, revelou algo estarrecedor: uma mensagem quase idêntica à de Arecibo — porém alterada, como se alguém tivesse entendido perfeitamente a pergunta… e decidido respondê-la.
A “resposta” era fria e cirúrgica. O ser representado não era humano: tinha cabeça maior, corpo diferente e um DNA com estrutura alterada, sugerindo uma biologia baseada em outros elementos. O sistema planetário indicado não era o nosso. Onde antes estava a Terra, agora havia outro mundo marcado como origem.
Para pesquisadores e ufólogos, a mensagem parecia dizer: “Recebemos seu chamado. Esta é a nossa forma. Este é o nosso lar.” O detalhe que mais assustou foi a precisão matemática e a localização do agroglifo — exatamente onde a humanidade escuta o céu.
Dias depois, o caso ficou ainda mais sombrio. Um segundo agroglifo surgiu no mesmo local: um rosto humanoide pixelado, como uma imagem transmitida digitalmente, acompanhado de um disco com código binário. Quando decifrado, o texto dizia: “Beware the bearers of false gifts and their broken promises.” (“Cuidado com os portadores de falsos presentes e suas promessas quebradas.”).
Até hoje, ninguém assumiu a autoria. Céticos falam em obra humana sofisticada. Outros fazem a pergunta que arrepia: e se não foi arte? Se aquilo foi mesmo uma resposta, então a humanidade não apenas chamou atenção… ela foi avisada.


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