Encontro com OVNI e Humanóides



Testemunha: Sra. Frederick Moreland
Data: 13 de julho de 1959
Horário: Aproximadamente 5h50 da manhã
Local: Blenheim, Ilha Sul, Nova Zelândia
Objeto em forma de disco com cúpula transparente e dois ocupantes visíveis em seu interior.
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Classificação e Características
Tipo de Caso/Relato: Caso Padrão
Classificação Hynek: CE-III (Encontro Imediato do Terceiro Grau)
Formato do Objeto: Disco (saucer)
Número de Testemunhas: Uma
Características Especiais: Presença de humanoides/ocupantes, possível nave de reconhecimento tipo “Dyad”, som de zumbido, desenho feito pela testemunha
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Relato Completo
Fonte: NICAP – National Investigations Committee on Aerial Phenomena
A Sra. Frederick Moreland, residente em Blenheim, Nova Zelândia, era dona de casa e mãe de cinco filhos. Na época do ocorrido, auxiliava o marido no cuidado de uma pequena fazenda de cerca de nove acres e também trabalhava meio período como auxiliar de enfermagem no Hospital Lister, em Blenheim.
No dia 13 de julho de 1959, por volta das 5h50, ainda estava escuro e havia uma camada de nuvens baixas quando a Sra. Moreland se dirigiu ao celeiro para realizar a ordenha matinal. Durante o trajeto pelo pasto, ela percebeu um brilho verde no céu encoberto e, em seguida, viu duas grandes luzes verdes surgirem das nuvens e descerem rapidamente em sua direção.
“Percebi que estava completamente envolta por uma luz verde e que todo o pasto também estava iluminado por essa cor”, relatou posteriormente. Em seu depoimento por escrito à polícia local, afirmou que a luminosidade era tão intensa que não conseguia enxergar nem mesmo a luz de sua lanterna.
“Era uma cor horrível. Meu primeiro pensamento foi: ‘Eu não deveria estar aqui’, e corri em direção às árvores do outro lado do pasto.”
Abriga-se entre as árvores, a Sra. Moreland observou um objeto nitidamente definido, em forma de disco, com duas fontes extremamente brilhantes de luz verde na parte inferior, que iluminavam uma área de aproximadamente 50 jardas. Ao redor do centro do objeto, havia duas fileiras de jatos que expeliam chamas alaranjadas e pareciam girar em sentidos opostos.
O objeto tinha entre 20 e 30 pés de diâmetro e pairava a cerca de 15 pés do solo, aproximadamente à altura do telhado de uma casa. Estava a menos de 50 jardas de distância da testemunha.
“Os jatos cessaram”, relatou ela, “e uma luz foi acesa no que parecia ser uma cúpula ou teto de perspex ou vidro, que passou a brilhar.” Ela descreveu a parte inferior do objeto como tendo um aspecto metálico acinzentado.
Enquanto o objeto pairava, ouvia-se um leve zumbido, e o ar ao redor tornou-se muito quente. Dentro da cúpula transparente, a Sra. Moreland observou dois homens, vestindo trajes justos de material brilhante, semelhantes a papel-alumínio. Os ocupantes usavam capacetes opacos, que pareciam se elevar diretamente a partir dos ombros. Ambos aparentavam ter tamanho humano normal. Ela observou que um deles permaneceu imóvel durante todo o tempo.
“Não consegui ver seus rostos”, afirmou. “Um dos homens se levantou e estendeu as duas mãos à frente, como se estivesse se inclinando para olhar para baixo. Em seguida, sentou-se novamente.”
Após um ou dois minutos, os jatos voltaram a funcionar e, com uma leve inclinação inicial, o objeto subiu verticalmente em altíssima velocidade, desaparecendo nas nuvens. Nesse momento, produziu um som suave, porém agudo. A testemunha relatou ainda que, após a partida do objeto, permaneceu no ar um odor estranho, semelhante a pimenta.
A Sra. Moreland permaneceu escondida entre as árvores por alguns minutos, sem saber como agir. Depois, retornou à ordenha, mas ficou profundamente abalada com o ocorrido. Por volta das 7h da manhã, voltou para casa e contou o ocorrido ao marido. O Sr. Moreland, funcionário da Força Aérea Real da Nova Zelândia (RNZAF), sugeriu que ela comunicasse o fato à polícia, o que foi feito.
Uma investigação oficial foi iniciada, incluindo apuração por parte da RNZAF. O caso recebeu ampla cobertura da imprensa local. Posteriormente, soube-se que cerca de uma hora antes do avistamento da Sra. Moreland, um morador de Blenheim chamado Holdaway havia observado um objeto de coloração branco-alaranjada através de sua janela.
Diversos investigadores entrevistaram a testemunha ao longo do tempo, e todos destacaram a coerência, sobriedade e convicção de seu relato. A NICAP mantém uma cópia do depoimento original, assinado pela própria testemunha. Em 1967, durante uma viagem à Austrália e à Nova Zelândia, o físico Dr. James E. McDonald entrevistou pessoalmente a Sra. Moreland e informou à NICAP que ficou bastante impressionado com sua credibilidade.

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